Recolha e análise da crítica e jornalismo sobre Artes Visuais na imprensa escrita em Portugal.

sexta-feira, março 17, 2006

EXCERTO DO RELATÓRIO DO OBSERVATÓRIO DA CRÍTICA DE ARTE PARA O ANO DE 2005

Data do Início da implementação do Projecto: Maio de 2005.

1.
O blog do Observatório da Crítica de Arte.


O blog do O.C.A. é o sub-produto de um projecto de investigação que tem como objectivo fundamental a colheita e tratamento estatístico e estudo dos artigos que foram escritos sobre arte na imprensa escrita durante o espaço de um ano.
Neste blog foram realizadas a partir de Abril 2005 e até ao início de Janeiro de 2006 oito entradas, sendo reproduzidos ou comentadas em cada uma cerca de trinta artigos considerados significativos: Junho, Julho, Agosto, Setembro, Outubro, Novembro, Dezembro, Janeiro de 2006.
O Observatório foi referido na periódico online do Instituto da Artes, em Agosto de 2005. Foi também citado por outros blog, como DOC LOG, em 21 de 2005.



2.
Projecto de Investigação.


Quantificações – Método


O Observatório da Crítica de Arte (OCA) iniciou a sua investigação de campo, recolhendo informação num conjunto seleccionado de órgãos da imprensa escrita.

Uma empresa da especialidade – a MediaMonitor -escolhe, diariamente, todos os artigos publicados na referida imprensa, sobre Arte Visuais, enviando-os por e-mail, denominado “clipping”, ao OCA, anexando os respectivos artigos em formato PDF.

A recolha teve início a 2005-04-29 e até 2006-01-27 reportaram trezentos “clipping” a que corresponderam 1778 artigos, uma média de 5,9 artigos por “clipping”.

O OCA arquiva de forma organizada todos esses artigos em PDF e procede à sua análise quantitativa e qualitativa, artigo a artigo.

A dimensão quantitativa, aquela que aqui se aborda, assenta no processamento dos dados identificados, numa grelha Excel cujos seis eixos principais são:

· Localização – identifica e através de hiperligação permite acesso imediato ao arquivo para consulta do artigo base;

· Identificação do artista – nomeia o artista referido no artigo e é o eixo principal no futuro tratamento dos dados;

· Informação sobre o artigo – caracteriza, incidindo no órgão de imprensa em que foi publicado, no seu autor e na dimensão que ocupa na página;

· Informação sobre o evento – caracteriza, incidindo na localidade em que este teve lugar, no espaço em que ocorreu ou, se for o caso, na editora que o publicou;

· Tipificação do artigo e do evento – explicita se o artigo é uma mera referência, se é descritivo, opinativo ou entrevista e se respeita a uma exposição, à obra/pessoa, a uma publicação, prémio, etc.;

· Observações – comporta informação ou comentário, pertinentes e/ou relevantes, mas não sistemáticos, que não estão incluídos em nenhum dos eixos atrás referidos.



O tratamento dos dados processados – base de dados – tem por objectivo central, caracterizar quantitativamente, para um determinado artista, o tratamento que lhe foi dispensado na imprensa escrita escolhida, ao longo dum determinado período de tempo.

Os objectivos específicos serão ajustados e tornados definitivos após um ano do início da recolha e processamento da informação, por se considerar o período de tempo e experimentação necessários para proceder a uma lógica de síntese acertada, que permita um diagnóstico consistente e conclusivo.

Os serviços de computação da Universidade já foram no entanto contactados, estando definida a estratégia e a operacionalidade da base de dados, que iniciará a sua fase experimental em Março de 2006, para que em Maio, cumprido o primeiro ano de recolha de informação, se possa iniciar de imediato e já de forma definitiva o diagnóstico da situação.

A base de dados, assenta no que se poderá retirar a nível de diagnóstico e conclusivo, da grelha sobre os artigos publicados num tempo determinado na imprensa escrita seleccionada, suportando a sua estratégia em quatro vectores:
1. Quanto ao Artista
Identifica-se o nº de vezes que este é referido no total da imprensa escrita seleccionada, também quantas vezes num determinado órgão de comunicação e por um determinado crítico, que tipo de artigos o citam, meras referências, descritivos, opinativos e entrevistas, que eventos tiveram lugar, exposições, publicações, prémios e em que sítios, localidade, galeria, etc.

2. Quanto ao Órgão de Comunicação
Verifica-se o nº total de artistas referidos no tempo escolhido e quantas vezes para cada um deles, que críticos escreveram e quantas vezes, sobre que artistas estes escreveram e quantas vezes sobre cada um deles e em que tipo de artigos.

3. Quanto ao Autor (Crítico)Caracteriza-se para cada crítico o nº de vezes que refere um artista, quantas vezes escreve sobre eventos em galerias/espaços determinados, que tipo de artigos publica, referências, descritivos, opinativos, entrevistas.

4. Quanto à GaleriaCompreende o nº de artistas e de vezes que os expõe, quantas vezes é referida, onde e por quem.



Operacionalmente, pode já referir-se que o tempo médio estimado de arquivo por artigo foi até à data de 1,1 minutos, correspondendo o trabalho efectuado a ~32:30 horas (1 955,8 minutos) e o de processamento foi de 8,6 minutos, correspondendo o tempo dispendido a ~255:00 horas (15 290,8 minutos) ou seja um total de ~287:30 horas. Não é ainda possível estabelecer o tempo médio para o tratamento de dados (base dados), pois ainda não se desenvolveu o processo de forma a poder apurá-lo consistentemente.

4 Comments:

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12:11 da tarde  
Blogger Rocha de Sousa said...

Observatório de muito interesse nacional, sobretudo se for dirigi-
do e escrito com idoneidade e sem confusionismo. Agradeço a qualidade
que me atribuiram de escrever melhor, «literário e totalmente fora das realidades». É uma questão de perspectiva e de percepção (também cultural):o mundo nunca foi feito à nossa medida mesmo quando smos nós que o fazemos.Façam o favor de continuar.
Rocha de Sousa

7:31 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

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